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Jeep Avenger, Hyundai i20, Fiat Pulse e Chevrolet Sonic: qual o melhor ‘aventureiro’ de entrada?

redacao by redacao
15/09/2026
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Jeep Avenger, Hyundai i20, Fiat Pulse e Chevrolet Sonic: qual o melhor ‘aventureiro’ de entrada?
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O Hyundai i20 é inocente de estar neste comparativo. Dos quatro, é o único que não se autointitula SUV, está mais para um hatch com um lado aventureiro mais aflorado. O outro estreante, o Jeep Avenger, talvez seja o que melhor disfarce a origem em uma plataforma feita para hatches compactos – o que é absolutamente normal nesta subcategoria.

Chevrolet Sonic, Fiat Pulse, Hyundai i20 e Jeep Avenger são parte do segmento dos SUVs compactos de entrada. Eles são menores que um Chevrolet Tracker, um Hyundai Creta ou um Jeep Renegade, mas, hoje, estão tão bem servidos de equipamentos quanto, com a vantagem de custarem menos e de serem mais eficientes.

<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

 

Renault Kardian e Volkswagen Tera são outros representantes importantes nesta faixa do mercado, mas as fabricantes não tinham esses carros disponíveis. Ambos estão prestes a receber a linha 2027 que, no caso do Volks, terá mudanças consideráveis: as versões mais caras trocarão o motor 170 TSI com 116 cv e câmbio automático de seis marchas pelo conjunto do T-Cross, o 200 TSI, com 128 cv e câmbio de oito marchas.

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A linha 2027 do Pulse foi lançada às vésperas do fechamento desta edição, marcando uma redução de potência e o fim da versão Impetus (R$ 146.990), que foi fotografada e testada. Por isso, para efeito de comparação, consideraremos aqui a Audace (R$ 137.990).

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Essa movimentação também representa um ajuste nas linhas. Os SUVs de entrada roubaram a atenção. O lançamento do Sonic, por exemplo, fez os hatches compactos Onix LTZ e Premier saírem de linha. A gama de versões do Pulse ainda poderá mudar novamente com o lançamento do Argo X até outubro: será mais um hatch com aparência de SUV.

4º – Fiat Pulse Audace

Carro cinza-chumbo com teto preto, modelo SUV compacto, estacionado em uma área pavimentada. Ao fundo, uma colina gramada com árvores e uma estrada sinuosa sob céu azul
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas
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Há cinco anos, quando o Fiat Pulse foi lançado, era difícil estabelecer a separação entre ele e o Argo. A maior diferenciação estava nas telas maiores, nas assistências ao motorista e, principalmente, no motor 1.0 GSE Turbo com 130 cv e 20,4 kgfm, que ele estreou. Era, porque esse motor teve seu rendimento reduzido a 116 cv e 20 kgfm (se equiparando aos outros rivais mostrados aqui), se preparando para a reforma tributária, que prevê impostos com alíquotas definidas por classes de potência (116 cv é o limite de uma delas).

Interior de um carro Fiat com volante multifuncional, painel digital e tela multimídia exibindo um mapa de navegação. O câmbio automático e os controles do ar-condicionado estão visíveis no console central. O acabamento é em tons escuros e prata.
Central multimídia de 10,1” é padrão na versão Audace 2027Leo Sposito/Quatro Rodas
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O Pulse Audace, aliás, tornou-se a única versão que segue com o sistema híbrido leve 12 V lançado há menos de dois anos. Mas, mesmo com este auxílio mantido, houve uma piora nos números oficiais de desempenho em até 5% e os de consumo em até 3%. Só que a vantagem do Fiat na comparação com os concorrentes aqui reunidos é muito maior: é o mais rápido e econômico dos quatro. É o único com câmbio CVT, com simulação de sete marchas e borboletas para trocas sequenciais, atrás do volante.

Interior de um carro moderno com bancos de couro escuro e costura branca, volante à esquerda, câmbio automático e teto solar panorâmico. O painel e as portas são pretos, com detalhes texturizados. As janelas mostram um fundo branco, sugerindo um estúdio.
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

O Pulse é mais ruidoso na cabine e tem o pior porta-malas: 320 l (VDA). O espaço traseiro é o segundo melhor para pernas e o pior para a cabeça, mas o banco de trás com assento curto é o mais desconfortável dos quatro.

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Interior de um carro com bancos traseiros de couro preto e costura branca, cintos de segurança visíveis, teto solar e luz de cortesia acesa
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

A versão Audace parte dos R$ 137.990, mas pintura metálica e o pack Style, com rodas aro 17” e base de carregamento sem fio elevam a conta para R$ 141.970. Fica caro, pois falta banco de vinil, quadro de instrumentos digital, sensores dianteiros como o carro das fotos. Desconsidere também o teto panorâmico (que passou a ser exclusivo do Pulse Abarth).

Traseira de um carro hatchback cinza-escuro com o porta-malas aberto, mostrando o amplo espaço interno e o banco traseiro rebatido
Fiat Pulse tem porta-malas com 320 litros e motor de 116 cvLeo Sposito/Quatro Rodas

Este era o momento do Pulse Impetus seguir à venda com preço do Audace, pois, dos quatro, é o que tem menos sistemas de segurança. São apenas quatro airbags e seus dispositivos ADAS se limitam à frenagem de emergência e assistente de faixa. Além disso, suas frenagens só não são piores que as do Sonic – e ambos têm freios a tambor na traseira. Se isso ocorresse, talvez o Fiat não terminasse em quarto lugar.

3º – Chevrolet Sonic RS

SUV Chevrolet Tracker cinza claro, visto de lado e traseira, estacionado em asfalto. Ao fundo, gramado verde e árvores sob céu azul com nuvens brancas
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

A Chevrolet fez um bom trabalho ao disfarçar tudo que há de Onix por trás do Sonic, que custa R$ 140.990 nesta versão RS. Frente, traseira e suspensão são diferentes, mas as portas se mantêm. Por isso as barras no teto, as molduras das caixas de roda e as próprias rodas aro 17” (pretas nesta versão RS) foram providenciais para dar porte ao carro.

Interior de um carro moderno com volante multifuncional da Chevrolet em primeiro plano, painel digital com velocímetro marcando zero e tela multimídia exibindo rádio 92.5 Kiss FM. Detalhes em vermelho iluminam as saídas de ar e o painel, com câmbio automático e botões de controle de ar-condicionado visíveis abaixo
Esportividade se limita ao acabamento preto com cintos e costuras vermelhosLeo Sposito/Quatro Rodas

O empenho na cabine do modelo foi menor. À primeira vista, é igual ao Onix, até que você percebe que o Sonic tem vinil costurado no painel (com ondulações nas bordas, é verdade) e bancos dianteiros com espumas melhores, herdados do Tracker. O espaço, porém, é o mesmo do Onix: bom na frente, mas estreito como um todo, com pouco espaço traseiro – tão pouco quanto o do Jeep Avenger. O porta-malas é o maior deste comparativo: tem 392 litros.

Interior de um carro com bancos de couro pretos e detalhes vermelhos. O volante e o painel são escuros, com uma tela digital visível. O cinto de segurança do passageiro é vermelho, contrastando com o estofamento. A alavanca de câmbio automática está no console central.
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

O melhor benefício da nova suspensão é a altura livre do solo, que impede que o para-choque frontal seja lixado em rampas e lombadas, como acontece com o Onix. O Sonic também tem um rodar macio, sendo o que melhor aproveita o curso da suspensão neste comparativo. No entanto, também é o que mais inclina a carroceria em curvas e o mais duro ao passar por sinalizadores no asfalto.  Não é ruim, mas não chega ao refinamento do irmão maior Tracker.

Interior de um carro com bancos traseiros de couro preto e costura vermelha, cintos de segurança vermelhos vibrantes, e as portas abertas revelando o design interno
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

A direção, um pouco mais lenta, e a falta de um modo “sport” não combinam com a proposta estética da versão RS. O motor 1.0 turbo com injeção direta, hoje com 115 cv e 18,9 kgfm, tem funcionamento suave e silencioso, mas algum atraso nas respostas do acelerador, e leva o Sonic aos 100 km/h em 10,4 s. No consumo, porém, só não fica atrás do Avenger (veja a tabela comparativa ao final).

Porta-malas de um carro cinza claro, visto de cima para baixo, com a tampa aberta. O interior é escuro, com tapete emborrachado e bancos traseiros rebatidos, mostrando o amplo espaço de carga
Maior porta-malas deste embate é do Sonic, com 392 litrosLeo Sposito/Quatro Rodas

A lista de equipamentos de série tem itens que são padrão nesta categoria, como ar digital, carregador sem fio e chave presencial, mas ainda soma seis airbags, monitor de pontos cegos, frenagem de emergência e sistema de estacionamento automático, que só o Sonic tem, mas não é muito útil.

O Sonic não é ruim, mas, assim como o Pulse, peca por entregar pouco pelo que cobra. Fica em terceiro.

2º – Hyundai i20 Platinum

Carro branco com detalhes pretos, modelo SUV compacto, estacionado em asfalto cinza, com uma colina verde e árvores ao fundo sob céu azul
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

O design singular e caótico do Hyundai i20, com sua linha de cintura ascendente, a traseira cheia de chanfros e a cabine com cinco tons de acabamento, esconde um carro surpreendente para os R$ 139.990 desta versão Ultimate. Deveria ser para comprar de olhos fechados, mas há alguns vacilos.

A qualidade do seu rodar está em um patamar superior, próximo a hatches médios. O problema é ser baixo demais e raspar em qualquer rampa ou valeta. Realmente, não é um SUV. É um hatch de botas. O desempenho é o pior dos quatro: os 11,6 s para chegar aos 100 km/h não surpreendem, porque o acelerador e o câmbio não respondem rápido. No entanto, seu consumo é bom e só fica atrás do do Pulse.

Interior de um carro moderno, com volante branco e cinza, painel digital exibindo velocidade zero e conta-giros. Uma tela multimídia grande mostra ícones de navegação e conectividade. O console central tem saídas de ar verticais e controles de climatização. O câmbio automático está à direita, com detalhes em cinza e preto. O ambiente é clean e tecnológico
Interior do i20 tem cinco tons de cinza diferentes e os plásticos são simplesLeo Sposito/Quatro Rodas

Outro destaque do i20 é o espaço interno. A vantagem chega a 8,5 cm, na largura, e 9 cm, no espaço para as pernas na traseira, com assento elevado e com boa ergonomia. É o único com saídas de ar traseiras. Some a isto uma excelente central mutimídia de 12,3”, rápida e bastante intuitiva. Destoam, porém, os mostradores de cristal líquido dos instrumentos.

Interior de um carro com bancos dianteiros em dois tons de cinza, claro e escuro. Volante e painel em cinza claro, com tela digital e espelho retrovisor visíveis. O teto é claro e as janelas mostram um fundo branco
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

A cabine é funcional e sem apego com o comum. Preserva botões e os comandos do ar-condicionado, mas em disposição vertical. O freio de estacionamento eletrônico com auto hold (que só ele tem) permite ao console ser mais estreito.

Interior de carro com bancos traseiros em dois tons, cinza escuro e claro, com cintos de segurança visíveis e encostos de cabeça. As portas têm acabamento cinza e uma janela lateral clara.
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

A lista de equipamentos de segurança é bastante completa. Há piloto automático adaptativo com centralização em faixa, monitor de pontos cegos e assistente de tráfego traseiro. Ainda tem barras luminosas interligando os faróis (com projetores) e as lanternas (que a Hyundai não gosta de mostrar). Faltam sensores dianteiros.

Traseira de um carro branco com o porta-malas aberto, mostrando o interior espaçoso e forrado em preto. Um item preto enrolado está preso na lateral direita. A placa traseira exibe o logotipo QUATRO RODAS em vermelho e branco
i20 fica devendo um carpete de melhor qualidade no bagageiroLeo Sposito/Quatro Rodas

O mais frustrante no Hyundai i20 é que nem mesmo esta versão topo de linha se preocupa em ter ao menos um vinil no apoio de braço das portas dianteiras. Só há plástico rígido, é de qualidade pior que em um HB20. Mesmo no porta-malas, que tem bons 346 litros, há um carpete (de baixa qualidade) e apenas no fundo. Acabamento e desempenho ruins pesam contra. Mas ainda assim ele fica em segundo neste comparativo.

 

1º – Jeep Avenger Limited

SUV Jeep Avenger verde-limão com teto preto, estacionado em uma área pavimentada. Ao fundo, uma estrada curva e colinas gramadas com árvores sob céu azul
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

O Jeep Avenger é o menor do seu segmento, mas o design de “mini-Compass” disfarça o fato de usar a mesma plataforma do Citroën C3 com só 2 cm a mais no entre-eixos (2,56 m). Seu espaço interno empata com o do Sonic e a largura interna também é a mesma do i20. No entanto, o console e o túnel central comprometem a vida do quinto passageiro e não há saídas de ar traseiras.  O porta-malas leva 321 litros.

Interior de um carro moderno, com volante preto da marca Jeep, painel digital exibindo velocímetro e tela multimídia com mapa de navegação. O console central possui câmbio automático e entradas USB.
Além do espaço reduzido, o acesso ao banco traseiro do Avenger é ruimLeo Sposito/Quatro Rodas

O comprador racional escolheria o Hyundai i20 por conta do espaço e por ser indiferente ao desempenho, mas o segmento de SUVs de entrada não é racional. Há muito sobre ser e parecer, e o Avenger não mede esforços para dar aos ocupantes a sensação de estar em um carro superior.

Interior de um carro Jeep, mostrando o banco do motorista e passageiro dianteiro em couro cinza escuro com costuras brancas e detalhes quadriculados. O volante e o painel são pretos, com o logo Jeep no canto superior esquerdo. O teto solar panorâmico e as colunas verdes claras são visíveis, com o câmbio automático no console central
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

A cobertura de vinil em grande área das portas e no painel, o quadro de instrumentos digital de 10,25”, a presença de faróis full-led matriciais (único compacto com isto no Brasil) e as rodas aro 18”, o apoio de braço central com ajuste de posição e a luz ambiente estão ali para impressionar mesmo. São itens de série nesta versão Limited, de R$ 145.990.

Mas o menor Jeep de todos só está em primeiro por ser bom em questões objetivas. Sua suspensão é tão boa e estável quanto a do i20, mesmo sendo o Avenger mais alto – a ponto de não raspar a frente. Também favorece o conforto o fato de ser o carro mais silencioso deste comparativo.

Interior de carro com bancos traseiros de couro preto, com costuras em relevo e cintos de segurança vermelhos. A porta lateral tem acabamento escuro e a janela está aberta para um fundo branco. O teto solar está visível
<span class="hidden">–</span>Leo Sposito/Quatro Rodas

O Jeep Avenger usa o mesmo motor 1.0 turbo MHEV 12 V do Pulse 2027, mas com 116 cv e 20,4 kgfm e em uma calibração que favorece mais o torque em baixa rotação em velocidade de cruzeiro. Isto, porém, não o livrou das piores médias de consumo: 11,1 km/l na cidade e 14 km/l na estrada, com gasolina. O zero a 100 km/h em 10,8 s representa 0,8 s mais rápido que o i20.

Assim como o Hyundai, o Avenger  tem piloto automático adaptativo (ACC), centralização em faixa, monitor de pontos cegos e freio de estacionamento eletrônico, mas seu auto hold só funciona com o ACC ligado. O Jeep Avenger é o mais caro, mas parece entregar muito mais. Uma pena que o consumo seja ruim.

Porta-malas de um carro verde-limão aberto, revelando o interior espaçoso e forrado em carpete preto, com o banco traseiro rebatido e uma pequena rede de carga no lado direito
Jeep Avenger tem porta-malas de hatch, com 321 litrosLeo Sposito/Quatro Rodas

Veredicto

O Hyundai i20 esteve perto de vencer, mas lhe faltou o mesmo cuidado com as aparências e com o pacote de equipamentos, como há no Jeep Avenger, que não tem os melhores espaço e consumo, mas cumpre bem os desejos dos clientes deste segmento. O Chevrolet Sonic ficou muito próximo do Fiat Pulse, um mau sinal: o Pulse tem seis anos e o Sonic, só quatro meses de mercado.

Avaliação

CONSTRUÇÃO E ACABAMENTO

O Avenger tem o melhor acabamento e construção. O acabamento do Pulse inspira mais qualidade que o do Sonic e i20, que ainda têm peças da carroceria desalinhadas.

TECNOLOGIA

O Pulse é o único sem serviços conectados, enquanto i20 e Avenger têm auto hold. O Jeep tem quadro de instrumentos maior e faróis matriciais.

VIDA A BORDO
O entre-eixos do i20 é pouco maior, mas seu aproveitamento interno é excelente. Avenger e Sonic são os mais apertados. No porta-malas, o melhor é o Sonic e o pior, o Pulse.

RENDIMENTO

O melhor equilíbrio entre desempenho e consumo é do Pulse, seguido pelo Sonic. O bom consumo do i20 compromete seu desempenho e o Avenger até anda bem, mas tem o pior consumo.

COMPORTAMENTO DINÂMICO

Avenger e i20 têm os melhores acertos, sendo que o Hyundai lida melhor com vibrações do piso. O Sonic é mais confortável que o Pulse, que é o mais firme dos quatro testados.

SEGURANÇA

Todos têm frenagem de emergência, mas apenas Avenger e i20 têm ACC e ADAS mais avançados. O Fiat Pulse é o único que só tem quatro airbags, enquanto os demais têm seis.

SEU BOLSO

O Jeep Avenger cobra mais, porém entrega itens que os rivais não têm. O i20 não fica muito atrás, mas não entrega a mesma sensação de qualidade interna. O Sonic não é tão bem equipado e custa mais caro, enquanto o Pulse é ainda mais caro e menos equipado.

Ficha Técnica

JEEP AVENGER Motor: flex, dianteiro, transversal, 3 cil., turbo, 12 V, 999 cm³, 116 cv a 5.250, 20,4 kgfm a 1.750 rpm; elétrico, 12 V Câmbio: aut., CVT, 7 marchas virtuais, tração diant. Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado (diant.), disco sólido (tras.) Rodas e pneus: liga leve, 215/55 R18 Dimensões: comprimento, 408,7 cm; largura, 198,1 cm; altura, 158,3 cm; entre-eixos, 256,1 cm; vão livre do solo, 22,1 cm; peso, 1.280 kg; porta-malas, 321 litros HYUNDAI I20 Motor: flex, dianteiro, transversal, 3 cil., turbo, 12 V, 998 cm³, 115 cv a 6.000 rpm, 17,5 kgfm a 1.500 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, tração diant. Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado (diant.), disco sólido (tras.)  Rodas e pneus: liga leve, 205/50 R17 Dimensões: comprimento, 413 cm; largura, 204,5 cm; altura, 150,5 cm; entre-eixos, 258 cm; vão livre do solo, 16,5 cm; peso, 1.205 kg; porta-malas, 346 litros CHEVROLET SONIC Motor: flex, dianteiro, transversal, 3 cil., turbo, 12 V, 999 cm³, 115 cv a 5.000 rpm, 18.9/18,3 kgfm a 1.800 rpm Câmbio: aut., 6 marchas, tração diant. Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado (diant.), tambor (tras.) Rodas e pneus: liga leve, 205/50 R17 Dimensões: comprimento, 422,8 cm; largura, 204 cm; altura, 153,2 cm; entre-eixos, 255,1 cm; vão livre do solo, 20,1 cm; peso, 1.139 kg; porta-malas, 392 litros FIAT PULSE Motor: flex, dianteiro, transversal, 3 cil., turbo, 12 V, 999 cm³, 116 cv a 5.500 rpm, 20 kgfm a 2.000 rpm; elétrico, 12 V Câmbio: aut., CVT, 7 marchas virtuais, tração diant. Direção: elétrica Suspensão: McPherson (diant.), eixo de torção (tras.) Freios: disco ventilado (diant.), tambor (tras.) Rodas e pneus: liga leve, 205/50 R17 Dimensões: comprimento, 409,5 cm; largura, 198,9 cm; altura, 155 cm; entre-eixos, 253,2 cm; vão livre do solo, 20,2 cm; peso, 1.234 kg; porta-malas, 320 litros

Teste comparativo Quatro Rodas

Aceleração Avenger Limited i20 Ultimate Sonic RS Pulse Audace
0 a 100 km/h 10,8 s 11,6 s 10,4 s 10 s
0 a 1.000 m 32,7 s / 156,6 km/h 33 s / 159,6 km/h 32,2 s / 162,2 km/h 31,7 s / 163,2 km/h
Velocidade máxima* 185 km/h 184 km/h 195 km/h 189 km/h
Retomadas
D 40 a 80 km/h 4,9 s 5 s 4,4 s 4,5 s
D 60 a 100 km/h 6,4 s 6,2 s 5,5 s 5,7 s
D 80 a 120 km/h 8,1 s 8 s 7,3 s 7,8 s
Frenagens
60/80/120 km/h a 0 14,6/25,8/58,8 m 13,9/24,6/55,9 m 15,1/27,1/59,9 m 14,7/25,9/58,5 m
Consumo
Urbano 11,1 km/l 12,8 km/l 12,1 km/l 13,2 km/l
Rodoviário 14 km/l 15 km/l 14,7 km/l 15,3 km/l
Ruído interno
Neutro/RPM máx. 44,8 / 59,7 dBA 41,6 / 66,2 dBA 41,1 / 54,7 dBA 43,9 / 64,9 dBA
80/120 km/h 64,4 / 69,1 dBA 64,8 / 70,8 dBA 69 / 71,5 dBA 61,4 / 73,8 dBA
Aferição
Velocidade real a 100 km/h 97 km/h 95 km/h 97 km/h 98 km/h
Rotação do motor a 100 km/h 1.800 rpm 2.100 rpm 2.200 rpm 2.000 rpm
Volante 2,5 voltas 2,5 voltas 3,2 voltas 2,5 voltas
SEU Bolso
Preço básico R$ 145.990 R$ 139.990 R$ 140.990 R$ 137.990
Garantia 5 anos 5 anos 5 anos 3 anos

Condições de teste: alt. 660 m; temp., 29,5/27/29,5/22°C; umid. relat., 38/54/49/68%; press., 759/760/760/764 mmHg.  Realizado no ZF Campo de Provas.

Espaço interno

 

 

 

 

 

 

DIAGRAMA SUV
<span class="hidden">–</span><b></b>Redação/Quatro Rodas

Jeep Avenger: 146 cm (diant.) / 144 cm (tras.) B: 97 cm (diant.) / 95 cm (tras.) C: 99.5 cm (diant.) / 84 cm (tras.)

Chevrolet Sonic: 147 cm (diant.) / 144 cm (tras.) B: 97,5 cm (diant.) / 93,5 cm (tras.) C: 98 cm (diant.) / 84 cm (tras.)

Hyundai I20: 152,5 cm (diant.) / 144 cm (tras.) B: 98,5 cm (diant.) / 95 cm (tras.) C: 98 cm (diant.) / 93 cm (tras.)

Fiat Pulse: 149 cm (diant.) / 146,5 cm (tras.) B: 97 cm (diant.) / 90 cm (tras.) C: 100,5 cm (diant.) / 89 cm (tras.)

Assistência ao motorista

ADAS Icone
<span class="hidden">–</span>Redação/Quatro Rodas
JEEP AVENGER

Sensores de ré e frontais

Piloto automático adaptativo

Frenagem autônoma

Farol alto automático

Alerta de saída de faixa

Câmera de ré e frontal

Alerta de pressão dos pneus

Alerta de pontos cegos

Centralização em faixa

HYUNDAI I20

Sensores de ré

Piloto automático adaptativo

Frenagem autônoma

Farol alto automático

Alerta de saída de faixa

Câmera de ré

Alerta de pressão dos pneus

Alerta de pontos cegos

Centralização em faixa

CHEVROLET SONIC

Sensores de ré e frontais

Câmera de ré

Frenagem autônoma

Farol alto automático

Alerta de saída de faixa

Câmera de ré

Alerta de pressão dos pneus

Estacionamento automático

FIAT PULSE

Sensor de ré

Alerta de saída de faixa

Frenagem autônoma

Câmera de ré

Alerta de pressão dos pneus

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Fonte: https://quatrorodas.abril.com.br/testes/jeep-avenger-hyundai-i20-fiat-pulse-e-chevrolet-sonic-qual-o-melhor-aventureiro-de-entrada/

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